segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Isabela, ou simplesmente Bela.

Talvez fosse a mais doce das criaturas que já conheci nessa minha existência como ser humano na terra. Nunca vou esquecer a primeira vez que a vi, tão linda, com aqueles olhos castanhos de um marrom jamais imitado por qualquer que seja a criatura existente no planeta. Seus cabelos eram de um encaracolado tão lindo quanto à cor dos mesmos, que quando apresentados ao sol, brilhavam... talvez, era essa a forma que eles encontravam para cumprimentar o astro que os iluminava e dava calor, e esse brilho eu considero o sorriso deles, alegre e radiante, bem como o sorriso dela. Sim, seu sorriso também era de uma magia que ludibriava o mais cético dos homens, encantava-o. A sua voz pairava sobre os ares como o canto das sereias mais lindas que com sua voz hipnotizava marinheiros e destruía uma embarcação, era bom ouvi-la falar. Seu nome era Isabela, ou simplesmente Bela. Ela tinha bela até no nome, e era... era perfeita aos olhos de quem a visse. E sempre foi.  

Tibúrcio Valério
(13/12/2010)


2 comentários:

  1. Ow Tinho obrigada! Você disse um monte de mentira, mas tudo bem. rsrsrsrs... Gosto muito de você! Beijos.

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